A Pinakotheke Rio de Janeiro iniciou sua trajetória em 1979 como organização especializada no planejamento e na produção de exposições e livros voltados exclusivamente à história da arte no Brasil. A partir da década de 1980 até 2024, quando completou 45 anos, apresentou ao público mostras e publicações sobre artistas brasileiros relevantes, como Alfredo Volpi, José Pancetti, Alberto da Veiga Guignard, Di Cavalcanti, Candido Portinari, Djanira da Motta e Silva, Lygia Clark, entre outros.
Desde 1994, realiza suas atividades na sede do Rio de Janeiro, na Rua São Clemente, 300, em Botafogo. A casa, dotada de infraestrutura cuidadosamente adequada à montagem de exposições, possui requintados recursos de informação e comunicação; reserva técnica de obras de arte, implantada em consonância com rigorosos padrões de excelência; biblioteca e bases de dados sobre a história da arte no Brasil; além de escritórios e oficinas para planejamento e produção de equipamentos de iluminação e de instalações especiais.
A qualidade técnica de seus projetos assegurou-lhe os mais importantes prêmios destinados a projetos culturais, livros e exposições de arte, do Instituto Nacional do Livro, da Câmara Brasileira do Livro, da Associação Brasileira de Críticos de Arte, da Associação Paulista de Críticos de Arte, da Fundação Nacional do Livro Infantojuvenil e do Comitê Brasileiro do International Council of Museums.
Embora atue também no campo editorial, a Pinakotheke vem estabelecendo variadas linhas de atividade voltadas para o aperfeiçoamento tecnológico e cultural no setor museográfico, promovendo exposições, catalogação e serviços de preservação e segurança de acervos de obras de arte públicos e privados.
A Pinakotheke São Paulo foi inaugurada em 2002, com arquitetura do arquiteto Carlos Bratke; a casa, diferentemente do palacete neoclássico da sede carioca, é conhecida pela modernidade de seu projeto.
Consolidou-se como um importante espaço cultural da cidade e, desde então, apresentou uma série de importantes exposições de expoentes da arte moderna e contemporânea brasileiros, entre elas, as mais recentes: Frans Krajcberg (2023), Rubem Valentim (2022) e Lygia Clark (2021).
A exposição “Lygia Clark (1920-1988) 100 anos” foi escolhida como a melhor retrospectiva do ano pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA). Reuniu aproximadamente 100 obras da artista, entre pinturas, desenhos, gravuras, bichos, trepantes, obra mole, casulo, objetos relacionais, fotografias e documentos.
Sua mais recente mostra em 2025: Encontro-Confronto: Helio Oiticica e Waldemar Cordeiro, reuniu obras de dois dos mais importantes artistas brasileiros do século XX, que participaram ativamente dos movimentos neoconcreto e concreto, defendendo caminhos distintos para a arte nos anos 1950 e 1960. "A exposição e o livro dão a oportunidade de mostrar as aproximações não só entre Waldemar e Hélio, como também entre concretistas e neoconcretistas. Essa rivalidade foi mais inflada pela crítica e especialistas, em jornais de Rio e São Paulo, do que propriamente pelos artistas" — comenta o curador Max Perlingeiro.
A Pinakotheke Fortaleza abriu suas portas ao público cearense no final de 1987 e, em 2024, completou 37 anos de atividades na cidade. Ao longo desses anos, vem apresentando obras dos mais relevantes artistas brasileiros. Realizou exposições de Antonio Bandeira, Antonio Dias, Di Cavalcanti, Cícero Dias, Iberê Camargo, Raimundo Cela, Rubens Gerchmann, Pedro Américo, Cândido Portinari, Jaildo Marinho, Luciano Figueiredo e Tomie Ohtake.
Durante estas mostras, a Galeria lançou livros e catálogos publicados pela Edições Pinakotheke. Destaque para um dos títulos mais importantes: Raimundo Cela (1980-1954), raisonné do artista cearense, de Nilo de Brito Firmeza, de 2004, referência até hoje para pesquisas acadêmicas.
Firmou parcerias e organizou exposições em instituições públicas e privadas, como o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (CDMAC), a Universidade de Fortaleza (UNIFOR) e o Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará (MAUC/UFC).
Dirige especial atenção à formação de plateia, e para tanto, promove inúmeros encontros. Estiveram em Fortaleza para participar de tais eventos, críticos de arte, autores e curadores como Roberto da Matta, Lilia Schwarcz, Sergio Martins, Fernando Cocchiarale, Aracy Amaral, Agnaldo Farias e artistas como Waltercio Caldas, Antonio Dias, Jaildo Marinho, Miquel Barceló e educadores como Charles Watson e Paulo Portella Filho.
A Multiarte promove grupos de estudos, além de cursos e palestras com foco em arte e processos criativos, com a participação de profissionais atuantes no circuito artístico do país.Este website usa cookies
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